terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Morno poder

Morno poder
Escorrendo pela pele
Colado de perto
Com suor da vida

Sentido alerta
Confuso e distante
Correndo sem meta
Por entre águas vazantes

Destino de nadas

Há um rio que me olha
de frente
Pedaço de água negra
e brilhante
Destino de nadas
e desesperos.

Há um rio que me olha
sem medos
Fundo de imagens
derretidas
Eterno retorno de ilusões
perdidas

quinta-feira, 13 de setembro de 2007

Raio de luz





Quebras a noite sem rasgos de dor
Indicas o dia com cheiro de amor
Fazes de mim poeta errante
Sem condições para ser amante

sexta-feira, 7 de setembro de 2007

Estranha bússola

Bola de luz que alto te ergues
Ditando caminhos, desbravando segredos
Como se o destino fosse o mesmo
E não escorregasse por entre os dedos

Luar de Agosto









Reflexo de luz
que alumia a minha alma

terça-feira, 21 de agosto de 2007

quinta-feira, 16 de agosto de 2007

quarta-feira, 15 de agosto de 2007

Sem hora marcada

Um grito no escuro
que nos arranca a alma
Um frio na espinha
que penetra nos ossos
Um minuto de som
que não se perde com os anos

Eco inevitável

Às três e meia, o galo cantou. Não uma. Não duas, mas três vezes. Ao mesmo tempo, o menino chorou. Não uma, não duas, mas três vezes. Como se fosse um eco inevitável, como se o mundo dependesse daquele som. Como se nada mais importasse. E na verdade não importa. Porque o mundo onde ouvi o galo cantar é o mesmo onde não quero ouvir ninguém chorar.